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E VIEMOS NASCIDOS DO MAR



E muito se espantam da nossa brancura entretanto,E muito pasmavam de olhar olhos claros assim,Palpavam as mãos e os braços e outras partes,portanto,Esfregavam de cuspo minha pele para ver se era enfim,Uma tinta ou se era de estampa uma carne tão branca,Vendo assim que era branco o meu corpo e a brancuradeentão,Extasiam e muito se pasmam de tudo em admiração;E eram os brancos da sombra nascidos do mar pelasnaus,Guiados pelos ventos do céu e pelo voo das aves;Eles escondem as suas vergonhas cobertas de estopas,E eram grandes e gordos e baços e enxutos, os pretos,Pelas ventosidades confundem traseiros e bocas,E tapam estes e estas cobram calafetos,E os mais pardos lá vão quase nús, vão ao léu,gabirus,E de tetas até à cintura há mulheres crepitantes,Tão desnudas meneiam na dança o seu corpo dançante;E eram os brancos da sombra nascidos do mar pelasnaus,Guiados pelos ventos do céu e pelo voo das aves;E muito se espantam da nossa brancura entretanto,E muito pasmavam de olhar olhos claros assim,Palpavam as mãos e os braços e outras partes,portanto,Esfregavam de cuspo minha pele para ver se era enfim,Uma tinta ou se era de estampa uma carne tão branca,Vendo assim que era branco o meu corpo e a brancuradeentão,Extasiam e muito se pasmam de tudo em admiração;E eram os brancos da sombra nascidos do mar pelasnaus,Guiados pelos ventos do céu e pelo voo das aves.

Confieso que, durante mucho tiempo he oido (que no escuchado) esta bellisima canción de Fausto Bordalo y que (flageladme por mi incultura) desconocia su mera existencia y tengo la impresión de que es un músico a tener en cuenta y al que en su pais no se ha prestado la debida atención....¡creo yo!

Una vez con la letra en la mano, me gusta mucho más. La soberbia interpretacion de Ana queda fuera de todo comentario.

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